Estrela rara é apelidada com nome de vilão de filme de caubói
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Astronomia
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Novidades da Astronomia
Estrela rara é apelidada com nome de vilão de filme de caubói
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Novidades da Astronomia
Estrela rara é apelidada com nome de vilão de filme de caubói
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Novidades da Astronomia
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traduzido por Luis Gabriel
15 FEV 2010 - Em janeiro e março de 2009, astrônomos usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA aproveitaram a rara oportunidade de filmar Saturno quando os seus anéis estavam diretamente apontados para a Terra, o que resultou num filme original mostrando a luz quase simétrica em ambos os pólos do planeta gigante. Saturno leva quase trinta anos para orbitar o Sol, e a oportunidade de visualizar seus pólos simultaneamente ocorre apenas duas vezes durante esse tempo. As luzes que aparecem, são chamadas auroras, e são produzidas quando partículas eletricamente carregadas percorrem o campo magnético ao longo do planeta em direção à atmosfera superior, onde excitam gases atmosféricos, fazendo-os brilhar. As auroras de Saturno se assemelham aos mesmos fenômenos que ocorrem nos pólos da Terra.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Cientistas listam 4 novas descobertas e inovações da astronomia
Cientistas listam 4 novas descobertas e inovações da
astronomia
A verdadeira cor da Via Láctea, exoplanetas, um observatório
voador e a matéria escura estão entre as últimas novidades da astronomia.
No último congresso da Sociedade Astronômica Americana,
realizado em Austin, nos Estados Unidos, de 8 a 12 de janeiro, especialistas de
todo o mundo apresentaram os últimos desenvolvimentos no estudo do cosmos.
Embora não se conheça vida fora da Terra, para os
especialistas estamos iniciando uma nova era no que diz respeito ao nosso
conhecimento sobre outros planetas.
"O telescópio Kepler e as microlentes gravitacionais
estão abrindo uma espécie de nova era para a descoberta dos planetas", diz
James Palmer, especialista em ciência da BBC.
Mais planetas são revelados e novas formas de observação e
ferramentas acrescentam dados que ajudam a esclarecer, aos poucos, alguns
mistérios do espaço. Veja alguns deles.
A verdadeira cor da Via Láctea
A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na
verdade, resultado de um jogo de luz.
"Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes
é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey
Newman, da Universidade de Pittsburgh
Uma comparação entre várias galáxias também teve um
resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca.
A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica.
Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do
amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer
informações sobre a idade da Via Láctea.
Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade
era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na Terra.
Cientistas encontraram vários exoplanetas, girando em torno
de outras estrelas (Foto: Nasa)
Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de
galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente
elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o
branco da neve.
Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a
origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o
professor.
Estrelas e planetas
Usando uma microlente gravitacional, a equipe de cientistas
encontrou uma série de exoplanetas (que estão fora do sistema solar) girando em
torno de outras estrelas. A descoberta indica a existência de milhões de outros
planetas, apenas na Via Láctea.
O método que permitiu a descoberta consiste em usar a
gravidade de uma estrela grande para amplificar a luz de estrelas ainda mais
distantes e com planetas ao seu redor.
Os astrônomos usam uma série de telescópios relativamente
pequenos, conectados em rede, e através destes observam o raro evento de uma
estrela passando diante da outra, como se vê da Terra.
A equipe de cientistas usou recentemente esse sistema para
observar planetas e ainda que o número de descobertas tenha sido relativamente
pequeno, pode-se chegar a uma estimativa de quantos podem existir na galáxia.
Embora o telescópio Kepler seja a principal ferramenta para
descobrir novos exoplanetas nos últimos anos, as microlentes são melhores para
localizar planetas de todos os tamanhos e em diferentes distâncias.
"Apenas nos últimos 15 anos fomos de nenhum planeta
conhecido além do sistema solar aos 700 que temos hoje", diz Martin
Dominik, da Universidade de Saint Andrews, no Reino Unido.
Observatório voador
O congresso também mostrou dados captados por um telescópio
bastante incomum, cuja particularidade é estar instalado na carcaça de um avião
747.
O grande feito do Sofia (Observatório Estratosférico para
Astronomia Infravermelha) foi captar imagens do que parece ser uma estrela em formação.
"Esta parte da Nebulosa de Órion tem sido observada por
décadas. É o mais próximo da formação de uma estrela na galáxia, o que nos dá a
melhor medida de como as estrelas se formam”, explica o professor James De
Buizer, da Universities Space Research Association (USRA).
Com 15 toneladas, o telescópio é montado em um suporte
giratório para que possa permanecer com suas lentes fixas nas estrelas.
Ele foi projetado especialmente para analisar o cosmos na
porção infravermelha do espectro eletromagnético, uma vez que os telescópios
instalados na Terra não conseguem enxergar essa parte porque o vapor de água na
atmosfera absorve essa luz infravermelha.
Os mistérios da matéria escura
A matéria escura não emite radiação e não pode ser observada
por telescópios (Foto: Nasa)
No congresso, uma equipe franco-canadense apresentou as maiores
imagens já vistas da chamada matéria escura, a misteriosa substância que compõe
85% do universo.
As imagens cobrem um espaço cem vezes maiores que aquele até
então captado pelo telescópio Hubble e são compatíveis com as teorias em voga
até então.
Na nova imagem, os aglomerados de matéria escura podem ser
visto circundando as galáxias, conectados por filamentos soltos de matéria
escura.
A professora Catherine Heymans, da Universidade de
Edimburgo, explica que "as teorias da matéria escura indicavam que ela
formaria uma intrincada e gigante rede cósmica".
É exatamente o que vemos nesses dados, uma rede cósmica
abrigando as galáxias", diz.
A matéria escura não emite nenhum tipo de radiação
eletromagnética e por isso não pode ser observada, sozinha, por telescópios.
Ela pode, no entanto, ser detectada por meio de um estudo de como a luz é
refletida por elementos que ficam à sua volta.
As quatro imagens foram feitas em diferentes estações do
ano, cada uma capturando uma parcela do céu que, vista da terra, é tão grande
como a palma de uma mão.
Essas descobertas constituem um grande salto adiante no
entendimento da matéria escura e da forma como ela afeta o jeito que vemos a
matéria normal nas distintas galáxias pela noite.
Juntas, as imagens mostram mais de 10 milhões de galáxias,
cuja luz traz indícios da estrutura mais ampla da matéria escura.
A professora Catherine Heymans, da Universidade de Edimburgo,
explica que "a luz de uma galáxia distante que chega até nós é curva, por
causa da gravidade da massa da matéria que se encontra no meio" do
caminho.
"A Teoria da Relatividade de Einstein nos diz que a
massa altera o espaço e o tempo, então quando a luz chega até nós, vinda do
universo, caso cruze a matéria escura, essa luz torna-se curva e a imagem que
vemos é distorcida", explica a professora.


terça-feira, 19 de novembro de 2013
novidades
Astrônomos descobriram um raro sistema planetário com um número de planetas que se assemelha ao do sistema solar.
Duas equipes diferentes de pesquisadores apontaram para a recente descoberta de um sétimo planeta ao redor da estrela anã KIC 11442793.
O sistema tem similaridades com o nosso sistema solar — que tem oito planetas —, mas todos os seus sete planetas orbitam muito mais próximos de sua estrela, que está localizada a cerca de 2.500 anos luz da Terra.
O sistema solar foi descrito em dois estudos colocados no Arxiv.org, um arquivo eletrônico para artigos científicos que ainda não foram publicados em um periódico cientifico.
Duas pesquisas
Uma das identificações foi feita por voluntários usando o site Planet Hunters. O site foi criado para permitir que voluntários tivessem acesso a dados públicos enviados pelo telescópio espacial Kepler da Nasa, que foi lançado para procurar os chamados exoplanetas – planetas que orbitam estrelas distantes.
Kepler usa o método de "trânsito" para descobrir novos planetas, o que significa procurar pelas curvas de luz deixadas por um planeta quando este passa em frente à sua estrela hospedeira. Mas a grande quantidade de dados existentes não permite que os cientistas examinem cada curva de luz, e por isso eles desenvolveram programas de computador para procurar a assinatura de um trânsito planetário.
"Este é o primeiro sistema de sete planetas registrado pelo Kepler. Nós acreditamos que a identificação é segura," disse Chris Lintott, da Universidade de Oxford, coautor do artigo do Planet Hunters.
O time de Lintott submeteu sua pesquisa ao Astronomical Journal para ser revisada. Outro time de astrônomos de vários países europeus submeteu um segundo estudo registrando sua descoberta do sétimo planeta à outra publicação científica, o Astrophysical Jounal.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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